BOCA DO CÉU
Foi a minha primeira banda na carreira, formada em abril de 1976, através do guitarrista Osvaldo Vicino, eu mesmo (Luiz Domingues), e a seguir com a entrada do baterista Fran Sérpico. O quarto componente a ingressar no grupo foi o vocalista Laert Sarrumor (futuro "Língua de Trapo"), e por último, o guitarrista Wilton Rentero.
Essa foi a formação mais estável da banda, que trabalhou entre 1976 e início de 1978. Dali em diante, com passagens mais curtas, contamos com a presença de Pollyana Alves e Eva "Joplin" como vocalistas, Paulo Andrade (guitarrista) e Zé Claudio (futuro "Violeta de Outono") durante alguns meses. Em abril de 1979, a banda encerrou atividades, sem no entanto ter gravado um disco para deixar o seu legado.
Em fevereiro de 2020, durante um encontro nostálgico promovido pelos ex-componentes, o quinteto mais estável da formação resolveu resgatar as músicas compostas nos anos setenta, e dessa forma, todos (com exceção do baterista, Fran Sérpico, que não toca mais há muitos anos) se empenham nessa tarefa arqueológica de reconstrução do material.
LÍNGUA DE TRAPO
Fui componente do "Língua de Trapo" em duas etapas distintas. Da sua fundação (em 1979) até o início de 1981 e na segunda passagem, entre 1983 e 1984.
Gravei um compacto simples ao vivo em 1984.
Banda caracteristicamente orientada pela sátira e pelo humor, foi (e ainda o é, pois está em plena atividade) marco de uma forte interação no meio universitário e jornalístico.
TERRA NO ASFALTO
"Terra no Asfalto" foi a única banda cover regular da qual fiz parte e que atuou muito pela noite paulistana nos idos de 1979 a 1982.
O grande mérito dessa banda foi ter contado com muitos músicos de alto padrão, e nesse aspecto tive uma oportunidade de ouro para aprender bastante e crescer na minha condição como músico. Com tal preparo pude integrar futuramente o grupo de Rock "A Chave do Sol", e daí por diante construir uma carreira sólida com essa banda autoral.